segunda-feira, 27 de maio de 2013

Design Thinking: 10 regras de ouro da SAP

O mundo dos negócios está na velocidade máxima. As pressões nos tempos de entrega, os avanços tecnológicos e a necessidade de chegar aos clientes antes e melhor que a concorrência aceleram o dia a dia das empresas.
Mas em meio a este turbilhão de tarefas, é importante estar certo de que a equipe dispõe do tempo suficiente para poder pensar de maneira criativa e analisar ideias inovadoras. Assim surge o conceito de Design Thinking, o pensamento criativo que leva a gerar negócios inovadores e descobrir novas oportunidades.

Baseados em sua experiência como pensadores criativos, os especialistas da SAP Tatjana Borovikov,  Satya Viswanathan e Johan Christiaan Peters, criaram uma lista de dez regras para impulsionar a criatividade e a inovação nas equipes.


1. Atue de mediador: Seja o intermediário entre sua equipe e outros membros da empresa. Trasmita as preocupações de sua equipe à gerência e os objetivos da gerência a sua equipe. Motive os empregados, transmita entusiasmo e energia. Diga a eles o quanto são criativos, proteja-os das pressões externas e dê a eles autonomia.

2. Confie na sua equipe: tenha confiança em que optarão pelas soluções adequadas e mostre o desafio de alcançar soluções ainda mais inovadoras. Ofereça aos membros de sua equipe o tempo e a oportunidade de demonstrar e desenvolver suas habilidades.

3. Monte uma equipe multi-disciplinar: só com pessoas que possuam diferentes  habilidades e que trabalhem por um objetivo em comum poderá ser realmente inovador. Toda a equipe deveria participar em atividades criativas desde o início do projeto.

4. Prepare-se para a incerteza: ao iniciar um projeto, deixe espaço suficiente para resultados novos e inesperados. Design Thinking é uma área pouco explorada pelo que podem surgir surpresas que impactem em seu trabalho. A busca que sua equipe realize pode deixar em aberto oportunidades que só poderão ser aproveitadas se você tem a capacidade de reformular o projeto no ato.

5. Exija exploração e aprendizagem: a inovação e o Design Thinking requerem a exploração de novos espaços e a aprendizagem de novas verdades. Isso nem sempre surge naturalmente. Transforme a aprendizagem e a exploração em uma necessidade para toda a equipe, incluindo a você. Dê a sua equipe o tempo e o orçamento suficiente para que possam realizá-lo.

6. Lidere o processo de inovação: liderar uma equipe inovadora implica estar familiarizado com processos inovadores. Você precisa saber quando e como aplicá-los. Deve estar aberto aos desafios e novas perspectivas e ter a capacidade de modificar suas próprias percepções de ser necessário. Treine sua equipe a fazer a si mesmos a pergunta certa no momento certo: quem são seus usuários finais? Quais são suas principais necessidades?

7. Promova uma cultura de feedback: Faça com o que os membros de sua equipe opinem sobre o rendimento do resto. Não se preocupe se isso detêm de alguma maneira o trabalho; a longo prazo fará com que ganhe tempo.

8. Estimule um ambiente criativo: A criatividade requer tempo, ambiente e a atmosfera adequados. Dá lugar a experimentos para provar novas ferramentas e métodos e oferece um espaço criativo que promova o pensamento criador.

9. Siga com as ideias de sua equipe: Tenha confiança em sua equipe, apoie-os e demonstre que seu trabalho é valioso e importante. Este será um fator decisivo para obter melhores resultados.

10. Comemore os sucessos e os fracassos: Um fracasso cedo pode ser uma bênção. Se reconhecemos os erros a tempo, a equipe pode se focar em pensar ideias melhores.

Conduzir uma equipe pelo caminho mais promissor nem sempre é uma tarefa fácil. Siga os 10 conselhos dos especialistas da SAP e sua equipe será o mais inovador de sua empresa.

As Havainas e o Design Thinking


A marca Havaianas traz consigo o significado de ser brasileiro – espírito livre, com entusiasmo pela vida e um instinto para combinações improváveis. A marca, que começou com sandálias baratas para trabalhadores rurais em 1907, hoje oferece diversas linhas de produto no mundo todo e vende mais de 160 milhões de pares por ano. Nas ruas do mundo todo é possível encontrar, de celebridades como Gisele Bundchen e Beyonce Knowles a cidadãos comuns, todos usando a sandália.

Com 60 anos de crescimento continuo, a marca procurou a IDEO para ajudar na sua extensão para uma nova categoria de produtos: uma linha de bolsas que compartilhasse o simples prazer e ousadia das suas sandálias.

Para imaginar como esses acessórios seriam, a IDEO buscou, primeiro, capturar a essência da marca ao entender sua conexão tão forte com a identidade brasileira. A equipe entrevistou pessoas de diversas origens demográficas e socioeconômicas e descobriu que todos tinham um espírito vibrante e apreciação pela simplicidade, autenticidade, diversão, alegria e conforto físico. Além do Brasil, estudos foram feitos com usuários de Havaianas na Austrália, Índia, Londres e Paris.

Também foi feita uma série de ´handstorms´ – sessões de brainstorm que, ao invés de ideias apenas, geraram centenas de protótipos de bolsas. Cada modelo foi avaliado em relação à visão da marca Havaianas e, trabalhando com costureiras, a equipe tentou vários formatos e materiais. No fim, desenvolveram uma linguagem consistente de design que passava o visual e o sentimento das sandálias, com semelhanças de textura e aparência. O estilo das bolas é descomplicado, individualista e desencanado – mantendo a herança brasileira da marca. As cores, baseadas em uma paleta montada a partir de fotografias tiradas ao redor do Brasil, capturam a diversão e a vibração do país. O produto lançado primeiro no Brasil, no São Paulo Fashion Week de 2008, e mundo afora em 2009.

Vejam alguns modelos:





Puma Clever Little Bag – um exemplo de Design Thinking!

O Fuseproject é um escritório de Design Industrial e Brand Strategy localizado em São Francisco e Nova York que trabalha em diversos segmentos, fundado pelo designer Yves Béhar, que tem trazido uma abordagem humanística aos seus trabalhos, com o objetivo de criar projetos que estejam profundamente sintonizados com as necessidades de um futuro sustentável, conectado com as emoções humanas.
O projeto Puma Clever Little Bag consistiu no desenvolvimento de um novo sistema de embalagens para calçados, lançado em 2011, em parceria com a Puma, empresa líder em calçados e produtos esportivos.

O desafio foi repensar um dos aspectos mais difíceis e estagnados da indústria do varejo, face à sustenatibilidade: as caixas de sapatos, que contribuem com milhões de toneladas de lixo anualmente.

Durante 21 meses todo o sistema que envolvia as caixas foi estudado: como dobrá-las, como transportá-las e como reduzi-las. E foi assim que surgiu a “Clever Little Bag”.

Porque esse sistema de embalagem é inteligente?
  • Economia anual de mais de 60% com a redução de água, energia e consumo de diesel na manufatura.
  • O sistema usa 65% menos papelão que a embalagem convencional, não tem impressão laminada, não usa papel de seda, pesa menos, ocupa menos espaço e substitui a sacola plástica.
  • A estrutura de papelão é cortada num único pedaço de material plano, não tem impressão ou montagem adicionais podendo ser reciclada de forma rápida e eficiente e permite um empilhamento seguro.
  • A sacola é  feita de não-tecido (o que significa menos trabalho e desperdício), protege os sapatos do pó e sujeira no estoque e durante o transporte, é um elemento icônico da marca após a saída da loja, pois substitui a sacola de plástico e também é usada para armazenamento de sapato em malas de viagem.



Design thinking ganha espaço no Brasil

Reportagem do jornal Valor Econômico mostra que o conceito de “design thinking”, conhecido em agências de publicidade e consultorias de gerenciamento de marca, está ganhando espaço em empresas de outros ramos de atuação. “Trata-se de uma abordagem multidisciplinar e colaborativa para desenvolver produtos, projetos ou solucionar problemas complexos”, explica a matéria.
Por meio de um “time de inovação”, são discutidos pontos de vistas, feitas pesquisas de campo e testes de protótipos, sempre com foco no ser humano por trás do consumidor.
De acordo com Ricardo Ruffo, especialista no assunto, um dos primeiros passos é colocar os holofotes nas divergências. Isso serve para desconstruir, compreender e redefinir o problema.
Depois, vem a fase de convergência, na qual todas as informações levantadas são direcionadas para um ponto de vista coletivo. “Dependendo da abordagem, o ‘design thinking’ pode ser aplicado em inúmeras ocasiões. Embora a estética seja um elemento importante no processo, é preciso entender o termo em inglês como o ‘pensamento por trás de um projeto’”, afirma.
Clique aqui para ler a íntegra da reportagem.

Clear leva grupo de empresários para curso inédito sobre inovação na Califórnia

Três dos mais renomados mestres da inovação da atualidade estarão juntos pela primeira vez para ministrar um curso de um programa executivo. Steve Blank (Customer Development), Alex Osterwalder (BMGEN Canvas) e Henry Chesbrough (o pai da inovação aberta) ministrarão curso inédito na UC Berkeley – Center for Executive Education nos dias 28 e 29 de outubro de 2013.


Nós da Clear não podíamos deixar passar a oportunidade de participar de um curso diferenciado como esse e em conjunto com Alexandra Apollaro, representante da UC Berkeley em SC, decidimos montar um grupo exclusivo que terá a oportunidade de vivenciar conosco a experiência de aprender diretamente com os gurus da inovação, criadores das metodologias que ensinamos nos nossos treinamentos e tem nos inspirado a inovar nos negócios.
O grupo será acompanhado por Fernanda Bornhausen Sá e Ana Paula Bornhausen, sócias da Clear e Maria Augusta Orofino, instrutora e facilitadora dos nossos workshops sobre Modelos de Negócios Inovadores e uma das primeiras profissionais no Brasil a estudar e conhecer o BMGEN Canvas e o Alex Osterwalder.
Como o curso possui vagas restritas, serão 50 alunos de várias nacionalidades, e já está com cerca de 35 inscritos, os interessados em participar do grupo devem garantir sua inscrição com a Clear.

Para saber mais sobre o curso clique aqui.

domingo, 26 de maio de 2013

MJV é canal de Design Thinking da SAP



A MJV Tecnologia e Inovação, de São Paulo, acaba de se tornar a primeira consultoria brasileira a firmar parceria com a SAP na área de Design Thinking, que contempla métodos e processos para geração de soluções focadas em demandas específicas de clientes.


Adriana Malamut Adissi, CMO (Chief Marketing Officer) da MJV explica que a consultoria já iniciou o treinamento de consultores nos produtos Hana e BI, entrando em uma estratégia que a SAP vem globalmente trabalhando desde 2011.

“Há cerca de três anos incorporamos inovação como área de negócio e, depois de algumas pesquisas, descobrimos que a SAP estava começando a utilizar o Design Thinking, tema de interesse do próprio Hasso Platner, fundador da companhia”, conta a executiva.
Já o diretor de Soluções da SAP Brasil, Alberto Oppenheimer, ressalta que o uso da metodologia Design Thinking deve mudar o modo como a SAP trabalha.
“No modelo tradicional, tínhamos sapatos em nosso estoque e o cliente tinha que escolher qual servia nele. Com isso, fabricamos o sapato mais confortável para os pés de nossos clientes baseado na experiência deles”, compara ele.
Ele explica que o Design Thinking utiliza métodos e processos explorados por designers, priorizando o trabalho colaborativo em equipes multidisciplinares, para mapear a cultura, contextos, experiências pessoais e processos na vida de indivíduos e, a partir disso, definir soluções.
Aliada do conceito, a MJV reforça a estratégia da SAP com a experiência de uma empresa que está há 17 anos no mercado, emprega mais de 300 funcionários e oferece serviços de TI e BI para clientes de grande porte, principalmente nos segmentos bancário, de seguros e de varejo.
A companhia também tem expertise como integradora na área mobile, desenvolvendo soluções aplicáveis a plataformas celulares e coordenando sua implementação e funcionamento junto às principais operadoras de telefonia do país, o que engloba um universo de mais de 190 milhões de consumidores.

Design Thinking em Ambientes Desafiadores

Como utilizar o Design Thinking para encontrar o melhor estilo de trabalho e trabalhar de forma colaborativa com as equipes. 

Por



I Workshop Design Thinking

Criação de Valor em Produtos e Serviços


I Workshop Design Thinking: é um evento que tem como objetivo debater o papel do design nos projetos da engenharia, assim como, propor por meio de palestras, soluções e novos conceitos para o setor com temas relacionados ao Design, Projeto de Engenharia e o Design Thinking.
Em sua primeira edição, visa reunir profissionais que trabalham com a prática do Design Thinking, dando visibilidade ao assunto, atraindo novas possibilidades de pesquisa e aproximando a academia das empresas, para firmar um relacionamento que possibilite a condução de novos estudos e técnicas aplicadas no futuro.

Data: 11/09/2013
Horário: 09:00 às 17:00

Local:
ESCOLA POLITÉCNICA DA USP
Edificio Engenheiro Mario Covas Jr.
(Prédio da Administração)
Auditorio Prof. Francisco Romeu Landi
Av. Prof. Luciano Gualberto,
travessa 3, número 380
Cidade Universitária - SP

Investimento
R$250,00*
*Até 15.7.2013. Após esta data R$300,00
INSCREVA-SE: Inscrição workshop

sábado, 25 de maio de 2013

Afinal, o que é Design Thinking?

Tim Brown, CEO da Ideo, ficou famoso em 2009 por compartilhar com o mundo um caminho diferente que tornou a Ideo uma das dez empresas mais inovadoras do mundo. Esse caminho é conhecido como “design thinking”, título do seu livro que vendeu milhares de exemplares em todo o mundo e foi lançado no Brasil pela editora Campus em 2010.


Como designer, Brown descobriu que um bom desenho nem sempre é suficiente para resolver problemas do produto e que muitas vezes nem o próprio produto resolve o problema do cliente. Estudando melhor os produtos que desenhava a pedido de seus clientes, ele percebeu que sua capacidade criativa poderia ir além do desenho e ajudar a repensar o negócio sob a perspectiva do consumidor final. A essência do conceito de design thinking como uma evolução do tradicional processo de design é colocada nos seguintes tópicos:

Insight: Aprender com a vida alheia. Quando nos deparamos com um problema, devemos nos livrar das amarras impostas pelas soluções baseadas na forma tradicional de pensar. Os insights são descobertas que surgem repentinamente depois de um momento de reflexão e contemplação sobre a situação que queremos resolver. O insight é decorrente de muita observação do comportamento das pessoas e da forma como elas lidam com a situação problema, como improvisam, como reduzem o impacto, como contornam de diversas formas as limitações impostas. Para transformar essas observações em insights, é preciso também se colocar na pele do outro e tentar “viver” o mesmo problema. Essa empatia ajuda o design thinker a explorar as perspectivas de quem está “dentro” do problema, suas interações com o ambiente e suas limitações na visualização de caminhos inovadores.

● Mapa mental: O paradoxo entre o pensamento convergente e divergente. O design thinking é uma jornada por diferentes estados mentais. Nela, é preciso desenvolver o pensamento divergente, um modelo mental de busca de alternativas, caminhos, soluções, respostas, possibilidades que sejam, sempre que possível, criativas, lógicas, estruturadas, estranhas, factíveis, duvidosas, de todo tipo, para então explorar o pensamento convergente, no qual se usam critérios práticos para decidir entre as alternativas, comparando-as umas com as outras e testando algumas delas. Os modelos mentais são muito diferentes, e o maior desafio é considerar os dois lados do cérebro para pensar, ora de forma analítica, ora de forma sintética.

● Prototipagem: Construindo para pensar. Um protótipo é uma versão física de um produto antes de ser fabricado. Ao fazer um protótipo, estamos pensando com as mãos, explorando fisicamente o abstrato, abrindo a mente para novas possibilidades e comparando pontos de vistas diferentes. Muitas coisas surgem a partir de um protótipo, mas não apareceriam numa versão em duas dimensões, no papel. O protótipo pode ser algo malfeito, barato, terminado rapidamente e até improvisado – o que importa é a sua capacidade de aprimorar uma ideia. Coisas intangíveis podem ser prototipadas também. O storytelling da indústria cinematográfica, as experiências simuladas nos ramos de serviços ou as maquetes de projeções do futuro para o desenvolvimento de estratégias organizacionais são bons exemplos.

● Pensamento integrativo: Tirando a ordem do meio do caos. É uma habilidade típica de pessoas que exploram ideias opostas para construir uma nova solução, ao contrário da maioria, que só leva em consideração um modelo por vez. Os pensadores integradores sabem como ampliar o escopo das questões relevantes ao problema e resistem à lógica do “isso ou aquilo” para favorecer a lógica do “isso E aquilo” e veem relações não lineares e multidirecionais como uma fonte de inspiração, não de contradição. Quem se destaca como “pensador integrativo” recebe a desordem de braços abertos, admite bem a existência da complexidade, pois consegue identificar padrões no meio da complexidade e sintetiza novas ideias a partir de fragmentos. Para isso, ele às vezes dá alguns passos atrás para conseguir ver o todo de forma contemplativa, na esperança de que seu cérebro identifique algo que se sobressaia diante da complexidade e do excesso de variáveis que compõe esse todo.

● Pensamento visual: A ciência do guardanapo. Algumas pessoas só conseguem se expressar ou entender a partir de desenhos, gráficos, imagens ou qualquer representação visual que vá além de palavras e números. Muitas grandes ideias de hoje começaram com um esboço de um modelo em um guardanapo de papel numa conversa entre duas pessoas, regada a cerveja ou vinho. Nem é preciso saber desenhar, o importante é conceber uma imagem mental da ideia. É como se fosse uma etapa anterior à do protótipo, só que em duas dimensões apenas.

Através desse conceito e das ferramentas associadas a ele, a Ideo vem ajudando empresas a encontrar soluções para negócios, como formas de aumentar a retenção de clientes, proporcionar experiências inesquecíveis ao saborear um prato ou minimizar o risco de uma excessiva exposição de imagem corporativa. Sempre são situações e desafios que exigem que a solução vá além do óbvio e, de certa forma, surpreenda a ponto de transformar algo extremamente negativo em algo extremamente positivo. Para isso, a Ideo reúne toda a sua capacidade criativa, antes usada para desenhar novos produtos, para agora desenhar novas soluções de negócios, entre elas a forma como esses produtos são usados ou que valor representam.

Livro sobre Design Thinking

O Design Thinking é uma disciplina ou metodologia razoavelmente nova. Se você quer saber um pouco mais sobre o assunto, experimente baixar "quase gratuitamente" o livro "Design Thinking: Inovação em negócios". O custo é apenas um tweet, ou um like.

Ajudando a divulgar o livro, você "ganha" o direito a fazer o download gratuito do livro aqui:

Sinopse do livro:
Inovar é uma tarefa árdua e muitas vezes frustrante, mas essencial para obter diferenciação no mercado. O Design Thinking aborda problemas tradicionais de negócio sob multiplas perspectivas, ajudando a solucioná-los de maneira mais efetiva, que conduz a novos caminhos.

Este livro apresenta etapas, técnicas e ferramentas, ilustradas através de cases genuinamente brasileiros, para inspirar e auxiliar na empreitada rumo à inovação.



Conheça outros livros sobre design thinkin:

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Escola de Design Thinking

Apostando em novas formas de inovação para o mercado e para o mundo, nasce a primeira Escola de Design Thinking do Brasil.

A Escola de Design Thinking surge para disseminar e capacitar as pessoas em uma aprendizagem prática, baseada em projetos reais apresentados por empresas. Formada por um grupo de eternos e inquietos estudiosos e praticantes do Design Thinking, conta com a colaboração de feras do mercado que vão compartilhar seus conhecimentos durante as aulas, entre eles está: Caio Vassão arquiteto, designer, acadêmico e consultor que trabalha com as múltiplas relações entre tecnologia, ambiente urbano e cultura contemporânea.